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Segunda-Feira, 14 de Dezembro de 2009, 01h32
Em 2009...

O diploma caiu. A violência contra os jornalistas subiu. A Globo brigou com a Record. A Record brigou com a Globo. Duas jornalistas quase saíram no tapa por uma entrevista. A Gazeta Mercantil morreu. A Silvia Poppovic ressuscitou. O “jornalismo” do Ratinho voltou. O Milton Neves ficou de mal do Roberto Justus. Anunciaram de novo a “morte” do jornal impresso. O Twitter virou fonte de informação. O Gay Talese, na Flip, convocou os jornalistas a levantarem a bunda da cadeira e irem para a rua. O Sarney calou o Estadão. A Folha criou a “ditabranda”. O Brasil ficou atrás do Haiti no ranking da liberdade de imprensa. O Planalto lançou seu blog (sem espaço para comentários). Jornais declararam guerra ao blog da Petrobras. O Jornal Nacional completou 40 anos, com o pior índice de audiência de sua história. Uma jornalista foi finalista do Big Brother Brasil. Nenhuma jornalista engravidou de senador. O Zé Bob resgatou a magia do jornalismo investigativo. A prótese (dentária) do Wagner Montes voou no Balanço Geral. O Tomás Turbano ganhou os telejornais. Paula Tejano também. As pupilas do Caco Barcellos, como sempre, bateram um bolão. O Galvão Bueno falou muita abobrinha no acidente do Massa. O Luciano do Valle chamou a Band de Globo. O Vampeta virou comentarista esportivo. O Britto Jr. decidiu ser Pedro Bial. O Alborghetti foi para o inferno. A desgraça do Duda Rangel ficou conhecida em todo o Brasil. O Fantástico quis virar TV Fama. O Globo Esporte de São Paulo quis virar Pânico na TV. Lula criticou a imprensa. Fomos culpados pelas mazelas do Congresso. E nenhum jornalista, infelizmente, deu uma sapatada no Gilmar Mendes!

Mas 2010 está aí, minha gente!
Autor: Duda Rangel
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